domingo, 24 de maio de 2009

Desculpe Yeda, mas eu errei


Definitivamente não sou a Mãe Dináh, nem o Walter Mercado! Logo que a tucana Yeda Crusius Credo foi eleita governadora do Rio Grande do Sul, publiquei um artigo muito otimista sobre o novo momento. Estava cheio de boas expectativas com a fala firme daquela que foi a primeira mulher a assumir o Estado mais machista do Brasil.

Hoje, faltando um ano e meio para o fim do martírio do mandato de Yeda, percebo que estava errado. Ou não. Num momento de euforia com uma grande novidade, é normal ter boas expectativas e eu tive. Não tenho culpa se costuraram o nome dela na boca do sapo...

Não quero aqui justificar a burrice o erro, mas o que fiz é parecido com o que fizeram todas as emissoras de televisão no final de 2002, quando o Lula foi eleito. Lembram das musiquetas de Globo, SBT, Band e Record falando sobre um novo tempo, futuro melhor e coisas do tipo? Hoje, essas mesmas TVs nem piscam antes de criticar o Governo Federal nos casos de suspeitas de corrupção.

Yeda falhou e eu estou decepcionado. Felizmente uma nova eleição está chegando e, dessa vez, prometo não criar expectativas sobre o(a) novo(a) governador(a) eleito(a) no Estado. Demorou 22 anos, mas eu finalmente aprendi a não me entusiasmar com discursos políticos.

Acordei.
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2 comentário(s):

Niela Bittencourt disse...

Ah, pois então, dia desses eu lembrei daquele texto...
Ah, eu já sabia!

Vitor Tassinari Dornelles disse...

Fato!

coisas do baú