O show não tinha hora marcada. Sendo assim fiquei espremido entre uma gorda e um casal gay por mais de uma hora para garantir o lugar na primeira fila. O palco era baixo, da altura de uma caixa de cerveja, e eu também, sendo assim teria que ficar na frente para enxergar alguma coisa. Depois de muito suar e quase desmaiar, enfim Júpiter chegou. Vestia uma calça preta justa e uma jaqueta de couro, trazia os cabelos loiros, a sobrancelha preta, a cara de chapado e a expressão de bem mais antigo do que as imagens que estamos acostumados a ver.
Não faltaram boas vibrações! Ao ouvir “Um lugar do caralho”, uma amiga, depois outra e depois eu, subimos ao palco. Depois mais algumas dezenas de pessoas. A confusão foi formada. Enquanto nós pulávamos o Júpiter ria. Minha festa em cima do palco acabou quando um dos seguranças, sem demonstrar nenhuma dificuldade, pegou-me pelo cangote e me lançou ao chão. Eu achei o máximo!
Sobre o lugar: Macondo. O ambiente, as pessoas, a decoração e o som condizem com o nome. A cerveja não é tão barata, mas tem “um som legal e gente legal”. Achei o meu “lugar do caralho” pra “mim dançar e me escabelar”.
2 comentário(s):
Buenas...Conseguiste me arrancar gargalhadas com este texto...
Aff, eu imagino perfeitamente a cena...huahauahuahauahuahauahua
Bjo!
Olha, nao faço idéia de quem é este tal de Júpter Maçã...mas acho que este show foi um tremendo abacaxi!!!!
Fala sério, que indiada heim heheheee!!!
Beijo, ANA
Postar um comentário