No que poderia chamar de uma “atividade extraclasse”, programamos uma viagem à Santa Maria para assistir um show do dito cujo. Sobre o lugar da apresentação, não conheço, mas, a julgar pelo nome, deve ser um verdadeiro “lugar do caralho”. Chama-se Macondo, a cidade fictícia do escritor Gabriel García Márquez. Com um nome desses só se pode esperar que seja realmente “um lugar legal pra eu dançar e me escabelar”, mas é bem possível que a cerveja não seja barata.
Dia 20, a tal de quinta-feira Santa, é a data marcada. Antes, porém, fui até a turma do primeiro semestre do meu curso para convidar os calouros. A julgar pela cara que fizeram, exceto dois deles, ninguém ali sabe quem é Júpiter Maçã. Aliás, cena comum nos últimos dias: “_Vou ao show do Júpiter Maçã”; O ouvinte: “_De quem?”.
Naquele famoso site de vídeos há um fragmento de uma apresentação dele na MTV. No meio de “Um Lugar do Caralho”, Júpiter coça as partes e lambe a mão. Definitivamente não é um bom exemplo, mas eu não espero isso dos meus cantores favoritos. Só quero ouvir um som legal, que diga alguma coisa interessante e que faça pensar ou apenas curtir.
Vou a Júpiter. Depois eu conto como foi. Se ele lamber a mão depois de colocá-la naquele lugar, eu conto; se der porrada com o microfone na cabeça da moça que canta com ele, contarei também; se não terminar nenhuma música, como é de costume, também vou relatar.
2 comentário(s):
daeeeee
detalhes depois, please
vc eh um cara bem eclético mmo...vou baixar umas musicas pra v qual é do Júpiter Maçã
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