Mário Quintana dizia que quando o leitor pergunta o que o autor quis dizer, é porque um dos dois é burro. Já passei por essa situação e sei que os autores os quais não entendi não eram burros.Por último li “Pátria Uruguaia”, um livro publicado no Rio Grande do Sul com apoio da Secretaria Estadual da Cultura, com textos do escritor uruguaio Eduardo Acevedo Díaz. Para a publicação, foi feita a seleção de trechos de livros e crônicas do autor, contando fatos da história do país vizinho.
Confesso que, não fosse a pesquisa pré-leitura que fiz na internet,, teria maiores dificuldades de compreender as crônicas de Díaz. Mesmo tendo estudado quase na fronteira, nunca tive – nem no ensino fundamental, nem no médio – qualquer noção da história uruguaia. Incompreensível, pois os fatos históricos envolvendo aquele País estão diretamente relacionados ao Rio Grande do Sul e à disputa entre Portugal e Espanha por terras.
Mesmo inteirado dos principais fatos históricos, vejo o livro “Pátria Uruguaia” como um começo controverso para quem quer estudar esses episódios da história uruguaia. O leitor termina o livro perguntando-se "tá, e daí?".
Buscar algum romance histórico de Acevedo Díaz completo é, sem dúvida, uma melhor opção.
5 comentário(s):
Pois é,
Eu também não estudei a história do Uruguai na escola. Seria bom se tivesse estudado.
Lembro que no primeiro semestre da facul o Glauber disse uma coisa que hoje eu assino em baixo: esqçam de tudo que vcs acham que aprenderam no colégio...
é bem nessas
a história no colégio é manipulada, sendo contada conforme os interesses de quem está no poder...
ah, tô parecendo a Zilma...foi mal...
bjos
Lucas, obrigado e seja bem vindo! Tb vou virar seu leitor! O legal na literatura é a interpretação, acho ótimo qdo existem diferentes explicações para um mesmo texto, essa é a beleza das palavras
http://nielabittencourt.blogspot.com/
atualizado, seu chatoooooooooooooooooo;-)
em bagé oras, cidade em que há dias, e até anos que não chove!
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